Viciado em açúcar? E agora? 4ª Parte

Estamos vendo na campanha “Açúcar, não!” que são muitas as consequências físicas, incluindo complicações hormonais, alterações significativas do sistema nervoso e comprometimento do sistema imunológico.

Mas, infelizmente, os problemas não param aí. O consumo de comidas açucaradas acarreta problemas mentais, psicológicos e comportamentais, que são tão sérios quanto os físicos. O consumo exagerado de açúcar pode provocar , na maioria das pessoas, ansiedade, depressão, todos os tipos de neuroses, total falta de concentração, alterações de humor e, até surtos de comportamento agressivo.

As consequências mentais, psicológicas e comportamentais da ingestão de açúcar refinado podem ser devastadoras! Infelizmente, a maioria das pessoas que abusa do açúcar não sabe disso.

As consequências mentais, psicológicas e comportamentais da ingestão de açúcar refinado podem ser devastadoras! Infelizmente, a maioria das pessoas que abusa do açúcar não sabe disso.

As consequências mentais & comportamentais

A nutricionista norte-americana Dra. Kathleen DesMaison, que é PhD em nutrição para viciados, explica em seu livro “Potatoes not Prozac” que há pessoas que nascem com uma bioquímica sensível ao açúcar que faz com que vivam uma vida de altos e baixos, o que ela chama de Síndrome do Médico e do Monstro.

Quanto mais açúcar a pessoa ingere, mais deprimida, confusa, irritada e agressiva vai ficando.

Quanto mais açúcar a pessoa ingere, mais deprimida, confusa, irritada e agressiva vai ficando.

Ou seja, devido a essa condição, uma hora a pessoa está super bem, fazendo planos e fluindo bem na Vida, no momento seguinte está deprimida, com os pensamentos embaralhados e fazendo da Vida um grande campo de batalha.

Segundo a Dra. DesMaison, o problema da “sensibilidade ao açúcar”, uma espécie de alergia somada à intolerância, é hereditária e, é causada pelo desequilíbrio dos níveis do açúcar no sangue e, dos níveis da serotonina e da beta-endorfina no cérebro.

As flutuações dos níveis do açúcar no sangue podem causar cansaço, confusão, falta de memória, falta de concentração, frustração, irritação, súbitos acessos de raiva.

O desequilíbrio dos níveis de serotonina no cérebro podem causar depressão, impulsividade, bloqueio mental, reatividade, desejo intenso de comer doces e carboidratos como por exemplo, pão, massa e cereais.

O desequilíbrio dos níveis de beta-endorfina no cérebro podem causar depressão profunda, baixa resistência a dores, choro fácil, baixa auto-estima, sentimento de isolamento, sobrecarga emocional, desejo intenso de comer açúcar e comidas açucaradas.

Comer açúcar causa depressão. Quanto mais deprimida a pessoa fica, mas açúcar quer comer. É um ciclo vicioso e PERIGOSO!

Comer açúcar causa depressão. Quanto mais deprimida a pessoa fica, mas açúcar quer comer. É um ciclo vicioso e PERIGOSO!

Quem sofre dessa “sensibilidade ao açúcar”, segundo a Dra. Kathleen DesMaison, pode apresentar alguns ou muitos desses problemas mentais, psicológicos e comportamentais, que acabamos de ver nos parágrafos anteriores, o que pode complicar bastante a Vida dessas pessoas e, de quem convive com elas.

Em seu livro Sem açúcar, com afeto”, Sonia Hirsch diz o seguinte:

“Os efeitos menores do açúcar podem ser enxaquecas, gastrite, pressão descontrolada, fadiga, acidez, gengivas sangrando, impotência, infecções crônicas, glaucoma, catarata, descolamento da retina, cegueira, obesidade, problemas intestinais, disfunções hormonais, hemorróidas, cáries, dificuldade de concentração, ansiedade, depressões, neuroses. Fora as infelicidades sem diagnóstico.”

Acho que as infelicidades as quais se refere Hirsch batem com a Síndrome do Médico e do Monstro que destaca a Dra DesMaison.

Já a neurologista inglesa Dra. Natasha Campbell-McBride afirma em seu bestseller “The GAPS Diet” que os transtornos alimentares, incluindo a compulsão para doces, se devem à toxicidade dos intestinos e, que podem causar e/ou se sobreporem a outros problemas mentais, tais como: bipolaridade, ataques de pânico, ansiedade, toc, transtorno de déficit de atenção e, até abuso de outras substâncias tóxicas.

O viciado pode ter ataques repentinos de raiva, o que torna a convivência com ele  difícil!

O viciado em açúcar pode ter ataques repentinos de raiva, o que torna a convivência com ele difícil!

Esse problema é muito sério…muito mais que se possa imaginar…que o digam essas duas cientistas, Dra. Kathleen DesMaison e Dra. Natasha Campbell-McBride, cujos trabalhos mostram de forma muito clara como o que a gente come influencia o nosso comportamento e, em se tratando do consumo de açúcar, isso pode transformar a nossa vida em um verdadeiro pesadelo.

Quando comemos açúcar refinado, assim como tudo mais que se transforma em açúcar, “abrimos a porteira” para todos os tipos de infelicidades. Aí, à medida que vamos nos desequilibrando, sentimos necessidade de comer mais e mais açúcar. É um ciclo vicioso. Perigoso.

O vício pelo açúcar e carboidratos refinados é uma doença com consequências físicas, mentais, emocionais e comportamentais!

O vício pelo açúcar e carboidratos refinados é uma doença com consequências físicas, mentais, emocionais e comportamentais!

Nos próximos posts da nossa campanha, vamos compartilhar a visão da Medicina Chinesa sobre o assunto e, também algumas sugestões que podem ajudar aqueles que sofrem com esse problema.

Fiquem ligados!

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