Como tratar a Doença de Parkinson naturalmente – 1ª Parte

A coragem de uma dona de casa norte-americana, acometida pela Doença de Parkinson, que desenvolveu ela mesma um programa de tratamento natural que a recuperou quase totalmente e, o altruísmo de uma médica, que criou um protocolo natural, que recuperou muitas pessoas que seguiram as suas orientações, nos convidam a lançar um olhar holístico para uma doença considerada incurável até então.

A Doença de Parkinson é um distúrbio complexo e progressivo que exige avaliação especializada. Além do acompanhamento de um médico neurologista, de fisioterapia e de fonoaudiologia, recentes pesquisas comprovam os benefícios da nutrição funcional, da acupuntura e de diferentes terapias holísticas, que tratam a doença obtendo resultados surpreendentes.

A Doença de Parkinson, descoberta pelo médico inglês James Parkinson em 1817, é um transtorno degenerativo do sistema nervoso central que prejudica as funções motoras, a fala, o sono, as reações sensoriais e o humor das pessoas acometidas por esse distúrbio.

Um dos sintomas clássicos são os tremores em um ou nos dois braços e, às vezes, em outros músculos. Em geral, a musculatura fica fraca, os movimentos lentos e dificultosos, a fala enrolada e a expressão facial congelada. O doente pode eventualmente embaralhar os passos e inclinar o tronco para frente.

Apesar dos sintomas progredirem lentamente, as habilidades mentais permanecem intactas. Porém, à medida que a doença evolui, o doente pode ter variações constantes de humor, além de uma profunda depressão.

Possíveis causas:

Acredita-se que a principal causa da Doença de Parkinson é a degeneração de uma parte do cérebro chamada substância negra. O cérebro deixa de produzir a dopamina, um importante neurotransmissor, à medida que as células cerebrais da substância negra vão morrendo.

A dopamina regula a atividade no lobo frontal do cérebro, área que comanda a comunicação, a motivação e a habilidade de sentir prazer.

A deficiência dessa química cerebral causa a perda do controle motor, a perda da atenção e do foco e, tem sido relacionada a sintomas psicológicos como por exemplo, a ansiedade social, o auto-criticismo e à dificuldade de se manter em relacionamentos.

Outros fatores de risco que devem ser tomados em consideração:

  • Alta exposição à poluição química (solventes, pesticidas e herbicidas);
  • Alta exposição a corantes e todos os demais aditivos alimentícios;
  • Reação a medicamentos como por exemplo tranquilizantes e antihipertensivos;
  • Contaminação por alumínio (panelas, antiácidos, alguns tipos de pó Royal, sprays e água da bica sem o tratamento adequado);
  • Contaminação por cádmio, chumbo e mercúrio (esse último por obturações de amálgama);
  • Contaminação por monóxido de carbono;
  • Arteriosclerose;
  • AVC;
  • Inflamações crônicas;
  • Alergias ocultas;
  • Ferimento na cabeça;
  • Neurotoxinas causadas por álcool e inflamações alérgicas das paredes intestinais;

Tratamento médico convencional:

O tratamento convencional consiste na administração da droga L-dopa ou Levodopa, que se converte em dopamina no cérebro.

Além disso, outras drogas que estimulam os receptores da dopamina também são administradas.

Há um tipo de cirurgia que tem sido feita recentemente, na qual uma das supra-renais é  transferida para o cérebro, para estimular a produção de dopamina.

Efeitos colaterais:

Tanto o tratamento à base da droga L-dopa quanto a cirurgia de transferência de uma das supra-renais para o cérebro não são sempre efetivos e, ao longo do tempo, vários efeitos colaterais indesejáveis podem surgir. Por exemplo: queda da pressão arterial, náusea, vômitos, movimentos convulsivos espontâneos.

Os doentes que fazem tratamentos a longo prazo também podem apresentar sintomas psicóticos, devido à oxidação da droga L-dopa que se acumula no cérebro.

A preocupação é que a deterioração dos nervos não é solucionada, deterioração essa, que muitas vezes, acontece ainda mais rapidamente por conta de uma reação adversa à medicação, infelizmente.

Alimentação adequada:

Aconselha-se que os doentes ingiram alimentos frescos e orgânicos. Os pesticidas e herbicidas são considerados um dos maiores fatores de risco, portanto comer alimentos orgânicos é fundamental!

Óleo de côco virgem, óleo de linhaça, azeite extra virgem e leite de côco fresco são alimentos valiosíssimos para quem sofre de Parkinson, pela concentração dos ômegas, essenciais à saúde cerebral. Contudo, é bom lembrar que as propriedades antiinflamatorias excepcionais do óleo de côco fazem dele um must!

O óleo de côco é um grande aliado na luta contra o Mal de Parkinson!

Segundo a nutricionista norte-americana Maria Emmerich, especialista em química cerebral, com vários livros publicados sobre o assunto o óleo de côco deve ser o óleo usado na preparação da comida dos pacientes da Doença de Parkinson.

É importante lembrar da importância de se beber água de boa qualidade, normalizar a flora intestinal com o uso de probióticos, além do consumo de alimentos altamente desintoxicantes e antioxidantes.

Maria Emmerich aconselha a redução das comidas gordurosas e açucaradas e, ensina que amêndoas cruas, sementes de girassol e gergelim são excelentes para elevar os níveis de dopamina no cérebro.

Suplementos que podem fazer toda a diferença:

Foram feitos vários estudos experimentais nos quais os aminoácidos tyrosina e D-fenilalanina foram ministrados com sucesso em pacientes com Parkinson, para estimular a produção de dopamina de forma natural.

Outros estudos também mostraram o benefício que é suplementar os pacientes de Parkinson com as vitaminas C, E e B6, que neutralizam os efeitos colaterais dos medicamentos, pelas suas propriedades antioxidantes.

Além de estimular a produção da dopamina, a vitamina B6 pode ajudar a diminuir os tremores.

O magnésio por suas propriedades relaxantes também pode ser de muita ajuda para aliviar os tremores, as caimbras e a rigidez muscular.

Depois de consultar 15 médicos e sofrer muito com os efeitos colaterais de medicamentos, Annetta Freeman, uma dona de casa, de 58 anos, residente na Califórnia, nos Estados Unidos, desenvolveu ela mesma um programa personalizado à base de suplementos naturais para tratar da sua Doença de Parkinson. Annetta é uma prova viva que tratamentos complementares funcionam! Annetta disse: “Agora quando entro em qualquer lugar, a minha cabeça fica erguida, a minha coluna reta, os meus passos são firmes e rápidos, os meus braços balançam e, o melhor de tudo, eu tenho um belo sorriso no rosto”. A história de Anneta é muito interessante e, vocês podem ler na Internet nos seguintes links: HTTP://ceri.com/annetta.htm  e HTTP://ceri.com.annett2.htm

Entre as sugestões de Annetta Freeman, da nutricionista norte-americana Maria Emmerich, e de outros pesquisadores especializados, eis uma lista de  suplementos que podem fazer toda a diferença no tratamento do Mal de Parkinson:

vitaminas/minerais

chlorella – poderoso antioxidante, retira metais pesados do corpo

complexo B – potente regenerador do sistema nervoso

fenilalanina – aminoácido que ajuda o cérebro a produzir dopamina

ginkgo biloba – para melhorar a circulação do cérebro

omega 3 (óleo de peixe e óleo de linhaça) – imprescindível para a saúde cerebral

pycnogenol – poderoso antioxidante, antiinflamatorio, rico em bioflavonoides, que “levanta” o sistema imunológico.

probióticos (acidófilos e bífido) – livrar e proteger o intestino das toxinas, considerados fator de risco para o desenvolvimento da doença.

spirulina – poderoso antioxidante, fonte de vitaminas do complexo B e também de fenilalanina

tirosina – aminoácido que ajuda o cérebro a produzir dopamina

vitamina D3 – a vitamina D é associada a vários mecanismos relacionados à química cerebral.

spirulina – poderoso antioxidante, fonte de vitaminas do complexo B e também de fenilalanina.

Na continuação desse artigo, iremos abordar a importância da regeneração do fígado no tratamento do Mal de Parkinson, vários protocolos naturais que fazem toda a diferença, a ação terapêutica da acupuntura e dos florais, a causa emocional por trás da doença, assim como revelações surpreendentes da DrªJanice Walton-Hadlock, que afirma e prova que a Doença de Parkinson pode ser curada! Fiquem ligados! Vocês não podem perder! 

Quem tiver interesse em adquirir mais informação sobre a Doença de Parkinson, por favor, me mande mensagem através dos comentários me dizendo que aspecto da doença gostaria de ter mais conhecimento a respeito. Isso irá me ajudar muito a ajudar a vocês mais ainda, tá ok? desde já agradeço muito!

Os artigos escritos neste blog não sugerem que as pessoas deixem de tomar as suas medicações e/ou abandonem os tratamentos médicos que já vêm fazendo. Estamos compartilhando pesquisas feitas nesta área da saúde, com o objetivo de ajudar às pessoas a terem mais bem-estar e qualidade de vida.

 

 

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